Atendimento pioneiro

Lactação induzida para famílias LGBTQIAPN+ e adotivas

Amamentar também é possível fora da gestação. Com acompanhamento individualizado, é possível construir vínculo, induzir a lactação e fortalecer a experiência parental em diferentes configurações familiares.

  • Protocolo individualizado de indução da lactação
  • Acompanhamento na construção do vínculo com o bebê
  • Apoio contínuo à amamentação e à experiência parental
  • Acolhimento sem julgamentos, para toda forma de família
Laís Teixeira demonstrando cuidados de amamentação
Como funciona a lactação induzida

Um protocolo pensado para cada família

Não existe um caminho único - o protocolo é construído a partir da história, do tempo disponível e das necessidades específicas de cada família.

Protocolo individualizado

Indução da lactação construída de acordo com o histórico de saúde e o tempo disponível até a chegada do bebê.

Construção de vínculo

Acompanhamento na construção do vínculo com o bebê, para além da amamentação em si.

Apoio contínuo

Apoio contínuo à amamentação e à experiência parental, do preparo à chegada do bebê e além dela.

Acolhimento sem julgamentos

Acolhimento para toda forma de família - casais homoafetivos, famílias adotivas e mães não gestantes.

O passo a passo

Do preparo à chegada do bebê

O primeiro encontro é dedicado a entender a história de saúde, o tempo disponível e as expectativas da família, para construir juntos um protocolo individualizado.

  • Avaliação do histórico hormonal e de saúde
  • Construção de um protocolo individualizado de estímulo
  • Acompanhamento próximo até a chegada do bebê
  • Suporte contínuo após o nascimento, incluindo intercorrências
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Laís Teixeira em atendimento de amamentação
Dúvidas frequentes

O que as famílias mais perguntam

Como funciona a lactação induzida?

É um protocolo individualizado que combina estímulo, acompanhamento e apoio emocional para que pessoas que não gestaram possam amamentar, incluindo famílias adotivas e LGBTQIAPN+.

Preciso ter gestado para participar?

Não. O protocolo é indicado justamente para quem não passou pela gestação, incluindo mães não gestantes em casais homoafetivos e famílias adotivas.

Quanto tempo antes preciso começar o protocolo?

O ideal é iniciar o preparo com antecedência, geralmente alguns meses antes da chegada do bebê, mas cada caso é avaliado individualmente na primeira conversa.

Vamos conversar?

O primeiro passo do cuidado começa com uma conversa

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